60 espécies descritas em fichas completas 10 endêmicas do Brasil 7 biomas mapeados 5 em risco de extinção

Biomas do Brasil e suas aves

O bioma é o melhor atalho para entender por que uma ave tem o bico que tem, come o que come e vive onde vive. Clique no mapa para ver o conjunto de espécies de cada região ecológica.

Mapa dos biomas do Brasil Mapa do Brasil dividido pelos limites oficiais dos biomas: Amazônia ao norte e noroeste, Caatinga no interior do Nordeste, Cerrado no Planalto Central, Pantanal no oeste de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, Mata Atlântica na faixa litorânea do Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul e no interior do Sul e Sudeste, Pampa no extremo sul, além do Sistema Costeiro-Marinho ao longo de todo o litoral atlântico. As divisas estaduais aparecem em traço claro. Cada bioma é clicável e revela as espécies do acervo que ocorrem nele. Amazônia — 32 espéciesCaatinga — 40 espéciesCerrado — 44 espéciesPampa — 23 espéciesPantanal — 33 espéciesMata Atlântica — 48 espécies Costeiro e Marinho — 11 espécies AMAZÔNIACAATINGACERRADOMATA ATLÂNTICA

Mapa interativo

Sete biomas, sete avifaunas

Passe o cursor para identificar cada área e clique para ver as aves que ocorrem nela.

Sobre o mapa: os limites seguem o mapa de Biomas e Sistema Costeiro-Marinho do IBGE, na escala 1:250.000, simplificado para exibição na web. Na natureza as transições são graduais e formam faixas extensas de contato, não linhas nítidas. Muitas aves ocupam mais de um bioma, e cada ficha indica todos em que a espécie ocorre.

4,2 milhões de km²

Amazônia

A maior floresta tropical do planeta e o bioma com a maior diversidade de aves do Brasil.

Filtrar as 32 espécies

A floresta amazônica é organizada em camadas verticais, e cada camada tem seu próprio conjunto de aves. No dossel vivem araras, tucanos e cotingas; no estrato médio circulam bandos mistos que reúnem dezenas de espécies em movimento; no chão sombreado andam formigueiros que seguem correições de formigas para capturar insetos em fuga. Rios largos como o Amazonas, o Tapajós e o Madeira separam populações e criam pares de espécies irmãs em margens opostas.

O que marca a avifauna do bioma

  • Estratificação vertical marcante
  • Bandos mistos de dossel e sub-bosque
  • Rios como barreiras que geram espécies novas

32 espécies deste acervo ocorrem no Amazônia.

Araçari-de-bico-branco (Pteroglossus aracari)

Araçari-de-bico-branco

Pteroglossus aracari

Tucano de porte médio, cauda longa e bico bicolor, vive em pequenos bandos no dossel amazônico e dorme com a cauda dobrada sobre as costas.

Amazônia Grande Frugívora
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Ficha de Araçari-de-bico-branco
Arara-azul-grande (Anodorhynchus hyacinthinus)
Vulnerável

Arara-azul-grande

Anodorhynchus hyacinthinus

A maior arara do mundo e um dos maiores símbolos da fauna brasileira, dependente de duas palmeiras e de uma única árvore para sobreviver no Pantanal.

Pantanal Muito grande Frugívora
Vulnerável Ver ficha →
Ficha de Arara-azul-grande
Arara-canindé (Ara ararauna)

Arara-canindé

Ara ararauna

A arara de contraste mais marcante do país, azul por cima e amarelo-ouro por baixo, hoje comum até em avenidas de capitais brasileiras.

Amazônia Muito grande Frugívora
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Ficha de Arara-canindé
Bem-te-vi (Pitangus sulphuratus)

Bem-te-vi

Pitangus sulphuratus

A ave que dá nome ao próprio canto, presente em todos os estados brasileiros e capaz de comer de insetos a peixes e frutas maduras.

Amazônia Média Onívora
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Ficha de Bem-te-vi
Cambacica (Coereba flaveola)

Cambacica

Coereba flaveola

Minúscula, de bico curvo e sobrancelha branca, fura a base das flores para roubar néctar sem polinizar e é uma presença constante em comedouros brasileiros.

Amazônia Muito pequena Nectarívora
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Ficha de Cambacica
Carcará (Caracara plancus)

Carcará

Caracara plancus

Falconídeo oportunista de topete negro e face nua avermelhada, come de tudo, anda no chão e é o primeiro a chegar em queimadas e atropelamentos.

Cerrado Grande Carnívora
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Ficha de Carcará

Ver todas as 32 espécies do Amazônia

2,0 milhões de km²

Cerrado

Savana brasileira de árvores tortuosas, campos limpos e veredas de buritis, com aves adaptadas ao fogo e à seca.

Filtrar as 44 espécies

O Cerrado não é um ambiente único, e sim um mosaico: campo limpo, campo sujo, cerrado ralo, cerradão e mata de galeria acompanhando os córregos. Cada fisionomia tem aves próprias, o que explica por que uma caminhada de poucos quilômetros pode render espécies de aparências completamente diferentes. As matas de galeria funcionam como corredores úmidos que atravessam a savana e permitem que aves florestais avancem para o interior do bioma.

O que marca a avifauna do bioma

  • Mosaico de campo, savana e mata de galeria
  • Aves de solo com pernas longas
  • Veredas de buritis como refúgio de água

44 espécies deste acervo ocorrem no Cerrado.

Anu-branco (Guira guira)

Anu-branco

Guira guira

Cuco social de topete desgrenhado que vive em grupos permanentes, põe os ovos em ninho comunitário e toma sol com as asas abertas em manhãs frias.

Cerrado Média Insetívora
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Ficha de Anu-branco
Arara-azul-grande (Anodorhynchus hyacinthinus)
Vulnerável

Arara-azul-grande

Anodorhynchus hyacinthinus

A maior arara do mundo e um dos maiores símbolos da fauna brasileira, dependente de duas palmeiras e de uma única árvore para sobreviver no Pantanal.

Pantanal Muito grande Frugívora
Vulnerável Ver ficha →
Ficha de Arara-azul-grande
Arara-canindé (Ara ararauna)

Arara-canindé

Ara ararauna

A arara de contraste mais marcante do país, azul por cima e amarelo-ouro por baixo, hoje comum até em avenidas de capitais brasileiras.

Amazônia Muito grande Frugívora
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Ficha de Arara-canindé
Azulão (Cyanoloxia brissonii)

Azulão

Cyanoloxia brissonii

Macho de azul-ultramarino profundo com bico cônico e maciço, canta frases assobiadas de dentro de arbustos densos na Caatinga e em bordas de mata.

Caatinga Pequena Granívora
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Ficha de Azulão
Bacurau-tesoura (Hydropsalis torquata)

Bacurau-tesoura

Hydropsalis torquata

O macho arrasta uma cauda de mais de meio metro em voo noturno, e durante o dia a ave desaparece completamente contra o chão graças à camuflagem perfeita.

Cerrado Grande Insetívora
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Ficha de Bacurau-tesoura
Bem-te-vi (Pitangus sulphuratus)

Bem-te-vi

Pitangus sulphuratus

A ave que dá nome ao próprio canto, presente em todos os estados brasileiros e capaz de comer de insetos a peixes e frutas maduras.

Amazônia Média Onívora
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Ficha de Bem-te-vi

Ver todas as 44 espécies do Cerrado

1,1 milhão de km²

Mata Atlântica

Floresta costeira reduzida a fragmentos, mas com o maior número de aves exclusivas do Brasil.

Filtrar as 48 espécies

Restam pouco mais de um quarto da cobertura original da Mata Atlântica, quase toda em pedaços separados. Ainda assim, é o bioma com mais aves endêmicas do país: espécies que existem aqui e em nenhum outro lugar do mundo. A variação de altitude, do nível do mar aos campos acima de 2.000 metros, cria faixas de vegetação empilhadas e cada faixa tem sua própria avifauna.

O que marca a avifauna do bioma

  • Maior número de espécies endêmicas
  • Forte variação por altitude
  • Fragmentação como principal ameaça

48 espécies deste acervo ocorrem no Mata Atlântica.

Anu-branco (Guira guira)

Anu-branco

Guira guira

Cuco social de topete desgrenhado que vive em grupos permanentes, põe os ovos em ninho comunitário e toma sol com as asas abertas em manhãs frias.

Cerrado Média Insetívora
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Ficha de Anu-branco
Araçari-de-bico-branco (Pteroglossus aracari)

Araçari-de-bico-branco

Pteroglossus aracari

Tucano de porte médio, cauda longa e bico bicolor, vive em pequenos bandos no dossel amazônico e dorme com a cauda dobrada sobre as costas.

Amazônia Grande Frugívora
Pouco preocupante Ver ficha →
Ficha de Araçari-de-bico-branco
Azulão (Cyanoloxia brissonii)

Azulão

Cyanoloxia brissonii

Macho de azul-ultramarino profundo com bico cônico e maciço, canta frases assobiadas de dentro de arbustos densos na Caatinga e em bordas de mata.

Caatinga Pequena Granívora
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Ficha de Azulão
Bacurau-tesoura (Hydropsalis torquata)

Bacurau-tesoura

Hydropsalis torquata

O macho arrasta uma cauda de mais de meio metro em voo noturno, e durante o dia a ave desaparece completamente contra o chão graças à camuflagem perfeita.

Cerrado Grande Insetívora
Pouco preocupante Ver ficha →
Ficha de Bacurau-tesoura
Bem-te-vi (Pitangus sulphuratus)

Bem-te-vi

Pitangus sulphuratus

A ave que dá nome ao próprio canto, presente em todos os estados brasileiros e capaz de comer de insetos a peixes e frutas maduras.

Amazônia Média Onívora
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Ficha de Bem-te-vi
Cambacica (Coereba flaveola)

Cambacica

Coereba flaveola

Minúscula, de bico curvo e sobrancelha branca, fura a base das flores para roubar néctar sem polinizar e é uma presença constante em comedouros brasileiros.

Amazônia Muito pequena Nectarívora
Pouco preocupante Ver ficha →
Ficha de Cambacica

Ver todas as 48 espécies do Mata Atlântica

844 mil km²

Caatinga

Único bioma exclusivamente brasileiro, de vegetação espinhosa que reage à chuva em poucos dias.

Filtrar as 40 espécies

A Caatinga alterna longos períodos secos, quando a maioria das árvores perde as folhas e a paisagem fica acinzentada, com pulsos curtos de chuva que reverdecem tudo em questão de dias. As aves acompanham esse ritmo: muitas concentram a reprodução no curto período úmido e se deslocam para brejos e serras quando a seca aperta. Cactos como o mandacaru e o facheiro são fontes de água, alimento e local de nidificação.

O que marca a avifauna do bioma

  • Reprodução sincronizada com a chuva
  • Cactos como fonte de água e abrigo
  • Brejos de altitude como refúgios úmidos

40 espécies deste acervo ocorrem no Caatinga.

Anu-branco (Guira guira)

Anu-branco

Guira guira

Cuco social de topete desgrenhado que vive em grupos permanentes, põe os ovos em ninho comunitário e toma sol com as asas abertas em manhãs frias.

Cerrado Média Insetívora
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Ficha de Anu-branco
Ararinha-azul (Cyanopsitta spixii)
Endêmica do BrasilExtinta na natureza

Ararinha-azul

Cyanopsitta spixii

Endêmica de um trecho da Caatinga baiana, desapareceu da natureza no ano 2000 e voltou a voar livre em 2022, no maior projeto de reintrodução já feito no Brasil.

Caatinga Grande Granívora
Extinta na natureza Ver ficha →
Ficha de Ararinha-azul
Azulão (Cyanoloxia brissonii)

Azulão

Cyanoloxia brissonii

Macho de azul-ultramarino profundo com bico cônico e maciço, canta frases assobiadas de dentro de arbustos densos na Caatinga e em bordas de mata.

Caatinga Pequena Granívora
Pouco preocupante Ver ficha →
Ficha de Azulão
Bacurau-tesoura (Hydropsalis torquata)

Bacurau-tesoura

Hydropsalis torquata

O macho arrasta uma cauda de mais de meio metro em voo noturno, e durante o dia a ave desaparece completamente contra o chão graças à camuflagem perfeita.

Cerrado Grande Insetívora
Pouco preocupante Ver ficha →
Ficha de Bacurau-tesoura
Bem-te-vi (Pitangus sulphuratus)

Bem-te-vi

Pitangus sulphuratus

A ave que dá nome ao próprio canto, presente em todos os estados brasileiros e capaz de comer de insetos a peixes e frutas maduras.

Amazônia Média Onívora
Pouco preocupante Ver ficha →
Ficha de Bem-te-vi
Cambacica (Coereba flaveola)

Cambacica

Coereba flaveola

Minúscula, de bico curvo e sobrancelha branca, fura a base das flores para roubar néctar sem polinizar e é uma presença constante em comedouros brasileiros.

Amazônia Muito pequena Nectarívora
Pouco preocupante Ver ficha →
Ficha de Cambacica

Ver todas as 40 espécies do Caatinga

150 mil km²

Pantanal

A maior planície inundável do mundo, onde a cheia e a seca comandam a vida das aves aquáticas.

Filtrar as 33 espécies

Na cheia, a água se espalha por milhares de quilômetros quadrados e dispersa os peixes. Na seca, as baías encolhem e concentram peixes em poças rasas, atraindo pernaltas, garças, colhereiros e cabeças-secas em bandos enormes. Esse pulso anual é a razão pela qual o Pantanal parece ter mais aves aquáticas do que qualquer outro lugar do Brasil, apesar de ter menos espécies do que a Amazônia.

O que marca a avifauna do bioma

  • Pulso anual de cheia e seca
  • Concentrações espetaculares de pernaltas
  • Observação fácil em ambiente aberto

33 espécies deste acervo ocorrem no Pantanal.

Anu-branco (Guira guira)

Anu-branco

Guira guira

Cuco social de topete desgrenhado que vive em grupos permanentes, põe os ovos em ninho comunitário e toma sol com as asas abertas em manhãs frias.

Cerrado Média Insetívora
Pouco preocupante Ver ficha →
Ficha de Anu-branco
Arara-azul-grande (Anodorhynchus hyacinthinus)
Vulnerável

Arara-azul-grande

Anodorhynchus hyacinthinus

A maior arara do mundo e um dos maiores símbolos da fauna brasileira, dependente de duas palmeiras e de uma única árvore para sobreviver no Pantanal.

Pantanal Muito grande Frugívora
Vulnerável Ver ficha →
Ficha de Arara-azul-grande
Arara-canindé (Ara ararauna)

Arara-canindé

Ara ararauna

A arara de contraste mais marcante do país, azul por cima e amarelo-ouro por baixo, hoje comum até em avenidas de capitais brasileiras.

Amazônia Muito grande Frugívora
Pouco preocupante Ver ficha →
Ficha de Arara-canindé
Bacurau-tesoura (Hydropsalis torquata)

Bacurau-tesoura

Hydropsalis torquata

O macho arrasta uma cauda de mais de meio metro em voo noturno, e durante o dia a ave desaparece completamente contra o chão graças à camuflagem perfeita.

Cerrado Grande Insetívora
Pouco preocupante Ver ficha →
Ficha de Bacurau-tesoura
Bem-te-vi (Pitangus sulphuratus)

Bem-te-vi

Pitangus sulphuratus

A ave que dá nome ao próprio canto, presente em todos os estados brasileiros e capaz de comer de insetos a peixes e frutas maduras.

Amazônia Média Onívora
Pouco preocupante Ver ficha →
Ficha de Bem-te-vi
Canário-da-terra (Sicalis flaveola)

Canário-da-terra

Sicalis flaveola

Amarelo-ouro com fronte alaranjada, é a ave nativa mais capturada para gaiola no Brasil e uma presença constante nas cidades do interior.

Cerrado Pequena Granívora
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Ficha de Canário-da-terra

Ver todas as 33 espécies do Pantanal

193 mil km²

Pampa

Campos naturais do extremo sul, com banhados, coxilhas e aves campestres especializadas.

Filtrar as 23 espécies

O Pampa é frequentemente confundido com pasto plantado, mas os campos naturais gaúchos têm centenas de espécies de gramíneas nativas e uma avifauna própria, muito dependente de capim alto para nidificar. Banhados e lagoas costeiras completam o quadro e recebem grande volume de aves aquáticas no inverno.

O que marca a avifauna do bioma

  • Aves que nidificam no chão
  • Banhados de importância internacional
  • Movimentos sazonais evidentes

23 espécies deste acervo ocorrem no Pampa.

Anu-branco (Guira guira)

Anu-branco

Guira guira

Cuco social de topete desgrenhado que vive em grupos permanentes, põe os ovos em ninho comunitário e toma sol com as asas abertas em manhãs frias.

Cerrado Média Insetívora
Pouco preocupante Ver ficha →
Ficha de Anu-branco
Bacurau-tesoura (Hydropsalis torquata)

Bacurau-tesoura

Hydropsalis torquata

O macho arrasta uma cauda de mais de meio metro em voo noturno, e durante o dia a ave desaparece completamente contra o chão graças à camuflagem perfeita.

Cerrado Grande Insetívora
Pouco preocupante Ver ficha →
Ficha de Bacurau-tesoura
Bem-te-vi (Pitangus sulphuratus)

Bem-te-vi

Pitangus sulphuratus

A ave que dá nome ao próprio canto, presente em todos os estados brasileiros e capaz de comer de insetos a peixes e frutas maduras.

Amazônia Média Onívora
Pouco preocupante Ver ficha →
Ficha de Bem-te-vi
Canário-da-terra (Sicalis flaveola)

Canário-da-terra

Sicalis flaveola

Amarelo-ouro com fronte alaranjada, é a ave nativa mais capturada para gaiola no Brasil e uma presença constante nas cidades do interior.

Cerrado Pequena Granívora
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Ficha de Canário-da-terra
Carcará (Caracara plancus)

Carcará

Caracara plancus

Falconídeo oportunista de topete negro e face nua avermelhada, come de tudo, anda no chão e é o primeiro a chegar em queimadas e atropelamentos.

Cerrado Grande Carnívora
Pouco preocupante Ver ficha →
Ficha de Carcará
Colhereiro (Platalea ajaja)

Colhereiro

Platalea ajaja

Bico em forma de colher que varre a água em movimentos laterais e plumagem rosa vinda diretamente dos crustáceos que a ave come.

Pantanal Grande Piscívora
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Ficha de Colhereiro

Ver todas as 23 espécies do Pampa

mais de 8.500 km de litoral

Costeiro e Marinho

Praias, manguezais, restingas, ilhas oceânicas e mar aberto, com aves que passam a maior parte da vida na água.

Filtrar as 11 espécies

A zona costeira brasileira é ponto de parada obrigatório para aves migratórias que cruzam o continente, além de abrigar colônias de nidificação em ilhas como Abrolhos, Fernando de Noronha e Trindade. Manguezais funcionam como berçário: a lama exposta na maré baixa é uma mesa posta para maçaricos, batuíras e guarás.

O que marca a avifauna do bioma

  • Parada de migrantes de longa distância
  • Colônias em ilhas oceânicas
  • Lama de maré como área de alimentação

11 espécies deste acervo ocorrem no Costeiro e Marinho.

Atobá-marrom (Sula leucogaster)

Atobá-marrom

Sula leucogaster

Mergulha em queda livre de até 20 metros de altura, entrando na água a mais de 60 km/h com o corpo transformado em flecha.

Costeiro e Marinho Grande Piscívora
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Ficha de Atobá-marrom
Cambacica (Coereba flaveola)

Cambacica

Coereba flaveola

Minúscula, de bico curvo e sobrancelha branca, fura a base das flores para roubar néctar sem polinizar e é uma presença constante em comedouros brasileiros.

Amazônia Muito pequena Nectarívora
Pouco preocupante Ver ficha →
Ficha de Cambacica
Colhereiro (Platalea ajaja)

Colhereiro

Platalea ajaja

Bico em forma de colher que varre a água em movimentos laterais e plumagem rosa vinda diretamente dos crustáceos que a ave come.

Pantanal Grande Piscívora
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Ficha de Colhereiro
Coruja-buraqueira (Athene cunicularia)

Coruja-buraqueira

Athene cunicularia

A coruja que vive no chão: escava tocas em campo aberto, é ativa também de dia e olha o observador de frente sem sair do lugar.

Cerrado Média Insetívora
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Ficha de Coruja-buraqueira
Garça-branca-grande (Ardea alba)

Garça-branca-grande

Ardea alba

A garça mais alta do Brasil, caça por imobilidade absoluta e quase foi extinta no início do século 20 por causa das penas usadas em chapéus.

Pantanal Muito grande Piscívora
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Ficha de Garça-branca-grande
Guará (Eudocimus ruber)

Guará

Eudocimus ruber

Escarlate absoluto do bico à ponta das asas, forma bandos que transformam manguezais em nuvens vermelhas ao anoitecer.

Costeiro e Marinho Grande Carnívora
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Ficha de Guará

Ver todas as 11 espécies do Costeiro e Marinho