Araçari-de-bico-branco
Pteroglossus aracari
Tucano de porte médio, cauda longa e bico bicolor, vive em pequenos bandos no dossel amazônico e dorme com a cauda dobrada sobre as costas.
O bioma é o melhor atalho para entender por que uma ave tem o bico que tem, come o que come e vive onde vive. Clique no mapa para ver o conjunto de espécies de cada região ecológica.
Mapa interativo
Passe o cursor para identificar cada área e clique para ver as aves que ocorrem nela.
Filtrar a bibliotecaSobre o mapa: os limites seguem o mapa de Biomas e Sistema Costeiro-Marinho do IBGE, na escala 1:250.000, simplificado para exibição na web. Na natureza as transições são graduais e formam faixas extensas de contato, não linhas nítidas. Muitas aves ocupam mais de um bioma, e cada ficha indica todos em que a espécie ocorre.
4,2 milhões de km²
A maior floresta tropical do planeta e o bioma com a maior diversidade de aves do Brasil.
A floresta amazônica é organizada em camadas verticais, e cada camada tem seu próprio conjunto de aves. No dossel vivem araras, tucanos e cotingas; no estrato médio circulam bandos mistos que reúnem dezenas de espécies em movimento; no chão sombreado andam formigueiros que seguem correições de formigas para capturar insetos em fuga. Rios largos como o Amazonas, o Tapajós e o Madeira separam populações e criam pares de espécies irmãs em margens opostas.
32 espécies deste acervo ocorrem no Amazônia.
Pteroglossus aracari
Tucano de porte médio, cauda longa e bico bicolor, vive em pequenos bandos no dossel amazônico e dorme com a cauda dobrada sobre as costas.
Anodorhynchus hyacinthinus
A maior arara do mundo e um dos maiores símbolos da fauna brasileira, dependente de duas palmeiras e de uma única árvore para sobreviver no Pantanal.
Ara ararauna
A arara de contraste mais marcante do país, azul por cima e amarelo-ouro por baixo, hoje comum até em avenidas de capitais brasileiras.
Pitangus sulphuratus
A ave que dá nome ao próprio canto, presente em todos os estados brasileiros e capaz de comer de insetos a peixes e frutas maduras.
Coereba flaveola
Minúscula, de bico curvo e sobrancelha branca, fura a base das flores para roubar néctar sem polinizar e é uma presença constante em comedouros brasileiros.
Caracara plancus
Falconídeo oportunista de topete negro e face nua avermelhada, come de tudo, anda no chão e é o primeiro a chegar em queimadas e atropelamentos.
2,0 milhões de km²
Savana brasileira de árvores tortuosas, campos limpos e veredas de buritis, com aves adaptadas ao fogo e à seca.
O Cerrado não é um ambiente único, e sim um mosaico: campo limpo, campo sujo, cerrado ralo, cerradão e mata de galeria acompanhando os córregos. Cada fisionomia tem aves próprias, o que explica por que uma caminhada de poucos quilômetros pode render espécies de aparências completamente diferentes. As matas de galeria funcionam como corredores úmidos que atravessam a savana e permitem que aves florestais avancem para o interior do bioma.
44 espécies deste acervo ocorrem no Cerrado.
Guira guira
Cuco social de topete desgrenhado que vive em grupos permanentes, põe os ovos em ninho comunitário e toma sol com as asas abertas em manhãs frias.
Anodorhynchus hyacinthinus
A maior arara do mundo e um dos maiores símbolos da fauna brasileira, dependente de duas palmeiras e de uma única árvore para sobreviver no Pantanal.
Ara ararauna
A arara de contraste mais marcante do país, azul por cima e amarelo-ouro por baixo, hoje comum até em avenidas de capitais brasileiras.
Cyanoloxia brissonii
Macho de azul-ultramarino profundo com bico cônico e maciço, canta frases assobiadas de dentro de arbustos densos na Caatinga e em bordas de mata.
Hydropsalis torquata
O macho arrasta uma cauda de mais de meio metro em voo noturno, e durante o dia a ave desaparece completamente contra o chão graças à camuflagem perfeita.
Pitangus sulphuratus
A ave que dá nome ao próprio canto, presente em todos os estados brasileiros e capaz de comer de insetos a peixes e frutas maduras.
1,1 milhão de km²
Floresta costeira reduzida a fragmentos, mas com o maior número de aves exclusivas do Brasil.
Restam pouco mais de um quarto da cobertura original da Mata Atlântica, quase toda em pedaços separados. Ainda assim, é o bioma com mais aves endêmicas do país: espécies que existem aqui e em nenhum outro lugar do mundo. A variação de altitude, do nível do mar aos campos acima de 2.000 metros, cria faixas de vegetação empilhadas e cada faixa tem sua própria avifauna.
48 espécies deste acervo ocorrem no Mata Atlântica.
Guira guira
Cuco social de topete desgrenhado que vive em grupos permanentes, põe os ovos em ninho comunitário e toma sol com as asas abertas em manhãs frias.
Pteroglossus aracari
Tucano de porte médio, cauda longa e bico bicolor, vive em pequenos bandos no dossel amazônico e dorme com a cauda dobrada sobre as costas.
Cyanoloxia brissonii
Macho de azul-ultramarino profundo com bico cônico e maciço, canta frases assobiadas de dentro de arbustos densos na Caatinga e em bordas de mata.
Hydropsalis torquata
O macho arrasta uma cauda de mais de meio metro em voo noturno, e durante o dia a ave desaparece completamente contra o chão graças à camuflagem perfeita.
Pitangus sulphuratus
A ave que dá nome ao próprio canto, presente em todos os estados brasileiros e capaz de comer de insetos a peixes e frutas maduras.
Coereba flaveola
Minúscula, de bico curvo e sobrancelha branca, fura a base das flores para roubar néctar sem polinizar e é uma presença constante em comedouros brasileiros.
844 mil km²
Único bioma exclusivamente brasileiro, de vegetação espinhosa que reage à chuva em poucos dias.
A Caatinga alterna longos períodos secos, quando a maioria das árvores perde as folhas e a paisagem fica acinzentada, com pulsos curtos de chuva que reverdecem tudo em questão de dias. As aves acompanham esse ritmo: muitas concentram a reprodução no curto período úmido e se deslocam para brejos e serras quando a seca aperta. Cactos como o mandacaru e o facheiro são fontes de água, alimento e local de nidificação.
40 espécies deste acervo ocorrem no Caatinga.
Guira guira
Cuco social de topete desgrenhado que vive em grupos permanentes, põe os ovos em ninho comunitário e toma sol com as asas abertas em manhãs frias.
Cyanopsitta spixii
Endêmica de um trecho da Caatinga baiana, desapareceu da natureza no ano 2000 e voltou a voar livre em 2022, no maior projeto de reintrodução já feito no Brasil.
Cyanoloxia brissonii
Macho de azul-ultramarino profundo com bico cônico e maciço, canta frases assobiadas de dentro de arbustos densos na Caatinga e em bordas de mata.
Hydropsalis torquata
O macho arrasta uma cauda de mais de meio metro em voo noturno, e durante o dia a ave desaparece completamente contra o chão graças à camuflagem perfeita.
Pitangus sulphuratus
A ave que dá nome ao próprio canto, presente em todos os estados brasileiros e capaz de comer de insetos a peixes e frutas maduras.
Coereba flaveola
Minúscula, de bico curvo e sobrancelha branca, fura a base das flores para roubar néctar sem polinizar e é uma presença constante em comedouros brasileiros.
150 mil km²
A maior planície inundável do mundo, onde a cheia e a seca comandam a vida das aves aquáticas.
Na cheia, a água se espalha por milhares de quilômetros quadrados e dispersa os peixes. Na seca, as baías encolhem e concentram peixes em poças rasas, atraindo pernaltas, garças, colhereiros e cabeças-secas em bandos enormes. Esse pulso anual é a razão pela qual o Pantanal parece ter mais aves aquáticas do que qualquer outro lugar do Brasil, apesar de ter menos espécies do que a Amazônia.
33 espécies deste acervo ocorrem no Pantanal.
Guira guira
Cuco social de topete desgrenhado que vive em grupos permanentes, põe os ovos em ninho comunitário e toma sol com as asas abertas em manhãs frias.
Anodorhynchus hyacinthinus
A maior arara do mundo e um dos maiores símbolos da fauna brasileira, dependente de duas palmeiras e de uma única árvore para sobreviver no Pantanal.
Ara ararauna
A arara de contraste mais marcante do país, azul por cima e amarelo-ouro por baixo, hoje comum até em avenidas de capitais brasileiras.
Hydropsalis torquata
O macho arrasta uma cauda de mais de meio metro em voo noturno, e durante o dia a ave desaparece completamente contra o chão graças à camuflagem perfeita.
Pitangus sulphuratus
A ave que dá nome ao próprio canto, presente em todos os estados brasileiros e capaz de comer de insetos a peixes e frutas maduras.
Sicalis flaveola
Amarelo-ouro com fronte alaranjada, é a ave nativa mais capturada para gaiola no Brasil e uma presença constante nas cidades do interior.
193 mil km²
Campos naturais do extremo sul, com banhados, coxilhas e aves campestres especializadas.
O Pampa é frequentemente confundido com pasto plantado, mas os campos naturais gaúchos têm centenas de espécies de gramíneas nativas e uma avifauna própria, muito dependente de capim alto para nidificar. Banhados e lagoas costeiras completam o quadro e recebem grande volume de aves aquáticas no inverno.
23 espécies deste acervo ocorrem no Pampa.
Guira guira
Cuco social de topete desgrenhado que vive em grupos permanentes, põe os ovos em ninho comunitário e toma sol com as asas abertas em manhãs frias.
Hydropsalis torquata
O macho arrasta uma cauda de mais de meio metro em voo noturno, e durante o dia a ave desaparece completamente contra o chão graças à camuflagem perfeita.
Pitangus sulphuratus
A ave que dá nome ao próprio canto, presente em todos os estados brasileiros e capaz de comer de insetos a peixes e frutas maduras.
Sicalis flaveola
Amarelo-ouro com fronte alaranjada, é a ave nativa mais capturada para gaiola no Brasil e uma presença constante nas cidades do interior.
Caracara plancus
Falconídeo oportunista de topete negro e face nua avermelhada, come de tudo, anda no chão e é o primeiro a chegar em queimadas e atropelamentos.
Platalea ajaja
Bico em forma de colher que varre a água em movimentos laterais e plumagem rosa vinda diretamente dos crustáceos que a ave come.
mais de 8.500 km de litoral
Praias, manguezais, restingas, ilhas oceânicas e mar aberto, com aves que passam a maior parte da vida na água.
A zona costeira brasileira é ponto de parada obrigatório para aves migratórias que cruzam o continente, além de abrigar colônias de nidificação em ilhas como Abrolhos, Fernando de Noronha e Trindade. Manguezais funcionam como berçário: a lama exposta na maré baixa é uma mesa posta para maçaricos, batuíras e guarás.
11 espécies deste acervo ocorrem no Costeiro e Marinho.
Sula leucogaster
Mergulha em queda livre de até 20 metros de altura, entrando na água a mais de 60 km/h com o corpo transformado em flecha.
Coereba flaveola
Minúscula, de bico curvo e sobrancelha branca, fura a base das flores para roubar néctar sem polinizar e é uma presença constante em comedouros brasileiros.
Platalea ajaja
Bico em forma de colher que varre a água em movimentos laterais e plumagem rosa vinda diretamente dos crustáceos que a ave come.
Athene cunicularia
A coruja que vive no chão: escava tocas em campo aberto, é ativa também de dia e olha o observador de frente sem sair do lugar.
Ardea alba
A garça mais alta do Brasil, caça por imobilidade absoluta e quase foi extinta no início do século 20 por causa das penas usadas em chapéus.
Eudocimus ruber
Escarlate absoluto do bico à ponta das asas, forma bandos que transformam manguezais em nuvens vermelhas ao anoitecer.