Anu-branco
Guira guira
Cuco social de topete desgrenhado que vive em grupos permanentes, põe os ovos em ninho comunitário e toma sol com as asas abertas em manhãs frias.
Todas as 60 aves do acervo em uma tela. Combine quantos filtros quiser: eles funcionam em conjunto e o número ao lado de cada opção mostra quantas espécies sobram se você marcar aquela caixa, considerando o que já está selecionado.
Guira guira
Cuco social de topete desgrenhado que vive em grupos permanentes, põe os ovos em ninho comunitário e toma sol com as asas abertas em manhãs frias.
Pteroglossus aracari
Tucano de porte médio, cauda longa e bico bicolor, vive em pequenos bandos no dossel amazônico e dorme com a cauda dobrada sobre as costas.
Anodorhynchus hyacinthinus
A maior arara do mundo e um dos maiores símbolos da fauna brasileira, dependente de duas palmeiras e de uma única árvore para sobreviver no Pantanal.
Ara ararauna
A arara de contraste mais marcante do país, azul por cima e amarelo-ouro por baixo, hoje comum até em avenidas de capitais brasileiras.
Cyanopsitta spixii
Endêmica de um trecho da Caatinga baiana, desapareceu da natureza no ano 2000 e voltou a voar livre em 2022, no maior projeto de reintrodução já feito no Brasil.
Sula leucogaster
Mergulha em queda livre de até 20 metros de altura, entrando na água a mais de 60 km/h com o corpo transformado em flecha.
Cyanoloxia brissonii
Macho de azul-ultramarino profundo com bico cônico e maciço, canta frases assobiadas de dentro de arbustos densos na Caatinga e em bordas de mata.
Hydropsalis torquata
O macho arrasta uma cauda de mais de meio metro em voo noturno, e durante o dia a ave desaparece completamente contra o chão graças à camuflagem perfeita.
Pitangus sulphuratus
A ave que dá nome ao próprio canto, presente em todos os estados brasileiros e capaz de comer de insetos a peixes e frutas maduras.
Coereba flaveola
Minúscula, de bico curvo e sobrancelha branca, fura a base das flores para roubar néctar sem polinizar e é uma presença constante em comedouros brasileiros.
Sicalis flaveola
Amarelo-ouro com fronte alaranjada, é a ave nativa mais capturada para gaiola no Brasil e uma presença constante nas cidades do interior.
Caracara plancus
Falconídeo oportunista de topete negro e face nua avermelhada, come de tudo, anda no chão e é o primeiro a chegar em queimadas e atropelamentos.
Platalea ajaja
Bico em forma de colher que varre a água em movimentos laterais e plumagem rosa vinda diretamente dos crustáceos que a ave come.
Troglodytes musculus
Minúscula, de cauda erguida e canto desproporcional ao corpo, nidifica em qualquer buraco disponível, de vaso de planta a caixa de correio.
Athene cunicularia
A coruja que vive no chão: escava tocas em campo aberto, é ativa também de dia e olha o observador de frente sem sair do lugar.
Sporophila angolensis
Bico enorme e cônico, canto de frases longas e dialetos regionais: é a ave mais visada pelo comércio ilegal de pássaros canoros no Brasil.
Rhea americana
A maior ave das Américas: não voa, corre a 60 km/h e o macho incuba sozinho os ovos de várias fêmeas no mesmo ninho.
Paroaria dominicana
Endêmico do Nordeste, exibe cabeça vermelho-escarlate, dorso negro e ventre branco: é a ave mais emblemática da Caatinga.
Rupicola rupicola
Laranja fluorescente com crista em forma de disco sobre o bico, dança em arenas no chão da floresta amazônica e nidifica em paredões de rocha.
Ardea alba
A garça mais alta do Brasil, caça por imobilidade absoluta e quase foi extinta no início do século 20 por causa das penas usadas em chapéus.
Rupornis magnirostris
A ave de rapina mais comum do Brasil: caça de espera em postes e fios, do centro das capitais às bordas da Amazônia.
Cyanocorax caeruleus
Símbolo do Paraná e plantadora de araucárias: enterra pinhões que esquece, e cada semente esquecida pode se tornar uma árvore de trinta metros.
Eudocimus ruber
Escarlate absoluto do bico à ponta das asas, forma bandos que transformam manguezais em nuvens vermelhas ao anoitecer.
Harpia harpyja
A águia mais poderosa das Américas: garras do tamanho de mãos humanas, capaz de arrancar preguiças e macacos do dossel da floresta.
Dendrocygna viduata
Marreca de face branca e assobio inconfundível, forma bandos de milhares de aves e é uma das poucas aves aquáticas que se dão bem em lagos urbanos.
Jacana jacana
Anda sobre plantas flutuantes com dedos absurdamente longos, e é a fêmea que domina o território enquanto vários machos cuidam dos ovos.
Aburria jacutinga
Endêmica da Mata Atlântica e essencial para a dispersão do palmito-jussara, desapareceu de quase toda sua distribuição original por caça e desmatamento.
Furnarius rufus
O arquiteto mais famoso da fauna brasileira: constrói com barro um forno de até cinco quilos, com câmara interna protegida por uma parede curva.
Calidris canutus
Voa mais de 15 mil quilômetros do Ártico canadense à Patagônia, parando em poucas praias brasileiras para dobrar de peso antes da próxima etapa.
Tinamus solitarius
Endêmico da Mata Atlântica, é o maior tinamídeo do Brasil e um dos melhores indicadores de floresta preservada: onde há macuco, há caça controlada.
Pionus maximiliani
Reconhecível pelo voo com asas batendo abaixo da linha do corpo e pelas penas vermelhas sob a cauda, é a maritaca que enche de barulho as cidades do Sudeste.
Megaceryle torquata
O maior martim-pescador das Américas: mergulha de cabeça a partir de um galho sobre a água e cava o ninho em túneis de até dois metros em barrancos.
Amazona brasiliensis
Endêmico de um trecho estreito do litoral entre São Paulo e Santa Catarina, dorme em ilhas de manguezal e se alimenta na restinga do continente.
Amazona aestiva
O papagaio brasileiro por excelência: verde com fronte azul e amarelo na face, famoso pela fala e principal vítima do tráfico de animais no país.
Psittacara leucophthalmus
O psitacídeo mais urbano do Brasil: bandos verdes e ruidosos que cruzam as capitais em rota fixa entre dormitório e áreas de alimentação.
Dryocopus lineatus
Topete vermelho vivo e duas linhas brancas nas costas: martela troncos com impactos que somariam concussão em qualquer outro animal.
Colaptes campestris
O pica-pau que abandonou as árvores: procura formigas e cupins no chão do Cerrado e cava o ninho em barrancos e cupinzeiros de terra.
Vanellus chilensis
O vigia do campo brasileiro: detecta qualquer aproximação e denuncia com gritos, além de atacar em picada quem se aproxime do ninho no chão.
Columbina talpacoti
A pomba nativa mais comum do Brasil, de tom ferrugíneo intenso no macho, caminha em casais pelo chão de praças e calçadas de todo o país.
Mimus saturninus
O grande imitador da avifauna brasileira: incorpora ao próprio canto trechos de dezenas de outras espécies e canta de cima de mourões e antenas.
Turdus rufiventris
Ave nacional do Brasil por decreto, dona de um dos cantos mais reconhecidos do país e presença garantida em quintais e praças do Sudeste e do Sul.
Dacnis cayana
Macho azul-turquesa com máscara negra, fêmea verde-esmeralda: um dos contrastes mais bonitos entre sexos na avifauna brasileira.
Tangara seledon
Endêmica da Mata Atlântica e possivelmente a ave mais colorida do Brasil, combina verde-esmeralda, turquesa, laranja e azul em treze centímetros.
Thraupis sayaca
Azul-acinzentado com brilho esverdeado nas asas, é o traupídeo mais comum das cidades brasileiras e o primeiro a chegar em qualquer comedouro de frutas.
Cariama cristata
Corre a 60 km/h, mata cobras batendo-as contra o chão e é a única parente viva próxima de um grupo de aves predadoras gigantes extintas.
Antilophia bokermanni
Descoberto apenas em 1996, vive em uma faixa de mata úmida de poucos quilômetros no Ceará e é uma das aves mais ameaçadas do mundo.
Tyto furcata
Face em forma de coração que funciona como antena parabólica: localiza roedores pelo som com precisão suficiente para caçar na escuridão total.
Trogon surrucura
Fica imóvel por longos minutos no meio da mata, com dorso verde metálico e ventre vermelho ou amarelo, e escava o ninho dentro de cupinzeiros arbóreos.
Chiroxiphia caudata
Endêmico da Mata Atlântica, executa uma das danças coletivas mais elaboradas do reino animal: machos se alternam em roda sobre o mesmo galho.
Tyrannus savana
Cauda longuíssima em forma de tesoura e uma das migrações mais impressionantes do continente: cruza a América do Sul duas vezes por ano.
Zonotrichia capensis
Coroa listrada, colar ferrugíneo e um canto que muda de dialeto conforme a região: é a ave mais estudada da América do Sul em pesquisas sobre aprendizado vocal.
Ramphocelus bresilius
Endêmico da Mata Atlântica e um dos vermelhos mais intensos da natureza brasileira, com bico de mandíbula inferior esbranquiçada.
Volatinia jacarina
Minúsculo e todo preto-azulado, o macho salta verticalmente no ar centenas de vezes por dia para exibir a mancha branca escondida sob a asa.
Saltator similis
Bico maciço capaz de partir sementes duras e um canto potente que o transformou em uma das aves mais capturadas do Sudeste brasileiro.
Ramphastos toco
O maior tucano do mundo e dono do maior bico proporcional entre todas as aves, um bico que também funciona como radiador de calor.
Forpus xanthopterygius
O menor psitacídeo do Brasil, do tamanho de um pardal, viaja em bandos rápidos que passam quase invisíveis e delatam-se apenas pelo chiado agudo.
Jabiru mycteria
A ave-símbolo do Pantanal e a maior cegonha das Américas: pescoço nu e negro, papo vermelho inflável e quase três metros de envergadura.
Momotus momota
Balança a cauda em forma de raquete como um pêndulo de relógio, sinal que serve para avisar predadores de que já foram detectados.
Cyphorhinus arada
Considerado por muitos o canto mais bonito da floresta amazônica: notas flauteadas em intervalos musicais, produzidas em dueto por casais que ensaiam juntos.
Sarcoramphus papa
Cabeça multicolorida e corpo branco e negro: domina qualquer carcaça onde chega e depende dos urubus menores para encontrá-la.
Tente remover um dos filtros ou simplificar a busca. Combinações muito específicas de bioma e família podem não existir no acervo atual.